terça-feira, 11 de maio de 2010




>>Em seus melhores momentos, nos quadros dos anos 20 e 30, Di Cavalcanti emociona pela pungência de seus caboclos e morenas, justamente por conceder-lhes um tratamento sutil e elegante nas formas e cores. Já dos anos 40 em diante ele é apenas "o pintor das mulatas", enjoativo e redundante, um arremedo de si mesmo.


O samba surgiu através da mão de obra escrava, chegando ao Brasil por meio dos escravos africanos, com o ritmo africano se deu a origem do samba no Brasil, a Bahia foi onde se iniciou o samba e os migrantes Baianos espalharam o ritmo pelas outras regiões brasileiras. O samba ficou muito conhecido no Rio de Janeiro, São Paulo, Pernambuco, Maranhão, e especialmente na Bahia, que hoje são as potencias do carnaval brasileiro, porém o Rio de Janeiro ficou conhecido como a capital do samba, pois foi onde o ritmo se evoluiu.
Na década de 1930, as estações de rádio, em plena difusão pelo Brasil, passam a tocar os sambas para os lares. Os grandes sambistas e compositores desta época são: Noel Rosa autor de Conversa de Botequim; Cartola de As Rosas Não Falam; Dorival Caymmi de O Que É Que a Baiana Tem?
; Ary Barroso, de Aquarela do Brasil; e Adoniran Barbosa, de Trem das Onze.
Na década de 1970 e 1980, começa a surgir uma nova geração de sambistas. Podemos destacar: Paulinho da Viola, Jorge Aragão, João Nogueira, Beth Carvalho, Elza Soares, Dona Ivone Lara, Clementina de Jesus, Chico Buarque, João Bosco e Aldir Blanc.
Outros importantes sambistas de todos os tempos: Pixinguinha, Ataulfo Alves, Carmen Miranda (sucesso no Brasil e nos EUA), Elton Medeiros, Nelson Cavaquinho, Lupicínio Rodrigues, Aracy de Almeida, Demônios da Garoa, Isaura Garcia, Candeia, Elis Regina, Nelson Sargento, Clara Nunes, Wilson Moreira, Elizeth Cardoso, Jacob do Bandolim e Lamartine Babo.

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Museu do Samba